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	<title>emagrecimento | Metodo Alonzo - La medicina del futuro di Mirko Alonzo</title>
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	<description>Alimentazione e benessere by Dr. Mirko Alonzo</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2020 01:04:44 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Porque as dietas baseadas somente em calorias não funcionam?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Mirko Alonzo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 11:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[cálculo de calorias]]></category>
		<category><![CDATA[calorias]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade invisível]]></category>
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					<description><![CDATA[Descubra a nova visão responsável de sua dieta e aprenda a reconhecer e evitar os principais erros nutricionais Até há algum tempo (mas muitos nutricionistas não atualizados ainda a recomendam) havia a moda da redução das calorias diárias às quais correspondia linearmente uma redução do peso e da massa gorda corporal. Em outras palavras, reduzia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;margin-bottom: 0px;margin-top: 0px;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#eae9e9;border-style:solid;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last" style="margin-top:0px;margin-bottom:0px;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-column-wrapper-legacy" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;"><div class="fusion-text fusion-text-1"><h4 style="text-align: justify; --fontSize:18; line-height: 1.5;" data-fontsize="18" data-lineheight="27px" class="fusion-responsive-typography-calculated">Descubra a nova visão responsável de sua dieta e aprenda a reconhecer e evitar os principais erros nutricionais </h4>
<p style="text-align: justify;">Até há algum tempo (mas muitos nutricionistas não atualizados ainda a recomendam) havia a moda da redução das calorias diárias às quais correspondia linearmente uma redução do peso e da massa gorda corporal. Em outras palavras, reduzia as calorias e então emagrecia.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta concepção levou (e ainda hoje leva) a crer que a mesma dieta produzisse os mesmos efeitos em todos os indivíduos.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente, já deve ter ouvido frases como esta: </p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“a minha amiga/o perdeu 7 kg em 7 dias com uma dieta baixa em calorias composta por &#8230; Tente você também e verá que você obterá o mesmo resultado!”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Ou então:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Compra este fármaco que derrete sua gordura”</p>
</blockquote>
<h3 style="text-align: justify; --fontSize:24; line-height: 1.5;" data-fontsize="24" data-lineheight="36px" class="fusion-responsive-typography-calculated">Esta concepção é baseada principalmente em dois erros fundamentais:</h3>
<p style="text-align: justify;"><b>1° Erro</b></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>As pessoas são todas diferentes umas das outras e com reações diferentes ao mesmo tipo de alimentação e fármacos e apresentar-se como especialistas em alimentação pode ser muito perigoso pelos danos que podem ser criados, especialmente na presença de certos fatores de risco ou doenças já presentes no sujeito. </li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><b>2° Erro</b></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Este é um modelo de dieta baseado nos sintomas e sinais de sobrepeso e obesidade sem abordar sua causa principal: a obesidade invisível (celular), com suas consequências sistêmicas que afetam todo o organismo.</li>
</ul>
<p>Muitas vezes, na verdade, os efeitos dessas dietas, baseados única e exclusivamente em calorias, são parciais e não duram. Você conhece alguém que perdeu alguns quilos depois de uma dieta e depois de algumas semanas teve um bloqueio na perda de peso? Conhece alguém que interrompeu temporariamente uma dieta e recuperou todo o seu peso (que às vezes pode ser maior do que antes de começar a dieta)? </p>
<p>Como os testemunhos e estudos são hoje numerosíssimos, imagino que, mesmo que você não conheça ninguém, já tenha ouvido falar.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">O que você deve estar se perguntando é: “Por que isso acontece?”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Os estudos mais recentes mostram que quando o nosso organismo vê uma diminuição importante da “ingestão calórica”, põe em marcha alguns mecanismos ligados ao primordial “medo da carestia”. Tende, então, a diminuir o seu consumo e a abrandar o metabolismo basal, recorrendo frequentemente à “massa muscular” para ganhar energia e não à massa “gorda”, como muitos pensam.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado pode ser a perda temporária de peso (a que muitas pessoas chamam “emagrecimento”) porque assim que o seu padrão alimentar normal recomeça, o organismo, que ainda retém o sinal de “alarme”, tenta armazenar tudo o que é possível, tendo em vista uma futura carestia.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, esta é uma das razões pelas quais se pode ter um bloqueio da perda de peso e até voltar a ter excesso de peso facilmente baseando-se apenas no baixo consumo de calorias.</p>
<p style="text-align: justify;">No início dos meus estudos de medicina, perguntei-me muitas vezes: </p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“como era possível que alguns dos meus amigos não ganhassem peso (pelo menos na aparência) enquanto comiam quantidades desproporcionadas de alimentos e que outros ganhassem peso e massa gorda enquanto comiam quantidades irrisórias de alimentos?”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">A resposta a estas aparentes incoerências me forneceu o advento de um ramo da ciência chamado Nutrigenômica (nutrição ligada à genética). Ela me mostrou como os alimentos que consumimos diariamente são capazes de transmitir informação aos nossos genes e de os modular. São, portanto, capazes de “dialogar” com as células e com o nosso patrimônio genético: o DNA.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta ciência mudou profundamente a velha escola da alimentar das calorias, integrando-a, expandindo-a e abrindo novos horizontes para uma visão mais integrada e global. A obesidade é uma patologia muito complexa, gerada e alimentada por numerosas reações bioquímicas e múltiplos processos fisiopatológicos que ocorrem ao mesmo tempo em locais anatômicos diferentes entre eles. Por conseguinte, parece realmente redutivo imaginar a redução do peso corporal e da acumulação de massa gorda somente com o controle dos cálculos calóricos diários.</p>
<p style="text-align: justify;">Como escreve o Prof. Pier Luigi Rossi, docente da Universidade da República de São Marino:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“O corpo e as células reagem apenas com a chegada de moléculas de nutrientes dentro delas, provenientes de alimentação e respiração”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><b>Nenhuma caloria entra no interno das células!</b></p>
<p style="text-align: justify;">Entre outras coisas, os alimentos contêm moléculas que não fornecem nenhuma caloria, tais como vitaminas, minerais, fibra alimentar, com fenóis, antocianinas, flavonoides, carotenos, mas que são essenciais para a vida das células.</p>
<p style="text-align: justify;">As calorias dentro do corpo humano não existem! Existem apenas as moléculas que introduzimos com os alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para compreender melhor os princípios errados em que se baseiam as dietas exclusivamente calóricas, é preciso saber quais são realmente as calorias e como são calculadas. </p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que são as calorias? Como são calculadas?</b></p>
<p style="text-align: justify;">A caloria (Cal) é a quantidade de calor necessária para elevar de um grau a temperatura de 1 kg de água destilada a uma pressão de 1 atmosfera.</p>
<p style="text-align: justify;">As calorias são calculadas através da inserção de um produto alimentar, por exemplo 100 g de massa, de carne, de um legume, dentro de um Calorímetro.</p>
<p style="text-align: justify;">O Calorímetro (ou bomba calorimétrica) é um dispositivo que permite medir a quantidade de calor liberada ou absorvida durante uma reação.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, os alimentos que colocamos no calorímetro são queimados; há uma combustão entre o oxigênio e o carbono e a reação libera calor sob a forma de energia térmica que é registada num ecrã.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta quantidade de calor (energia térmica) que é liberada indica o número de calorias fornecidas pelo alimento individual.</p>
<p style="text-align: justify;">O Calorímetro é, portanto, uma máquina termodinâmica que extrai do calor a sua capacidade de produzir energia e trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagino que, neste momento, te veio em mente algumas perguntas do tipo: </p>
<blockquote>
<p>“O que o calor tem a ver com dieta?”</p>
<p>“O que a termodinâmica tem a ver com o organismo humano?”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">A resposta que eu posso te dar é: <b>Nada!</b></p>
<p style="text-align: justify;">As calorias, na realidade, segundo muitos estudiosos, representam um parâmetro inventado pelo homem e convencionalmente aceito para classificar os alimentos apenas com base no seu valor energético. O equívoco da contagem de calorias, põe suas bases na crença de que o valor calórico de um alimento é capaz de fornecer ao organismo humano o mesmo número de calorias queimadas dentro de um calorímetro.</p>
<p style="text-align: justify;">Para te ajudar a compreender este conceito, quis comparar na seguinte tabela o funcionamento do Calorímetro com o Organismo Humano, para que possa ver por você mesmo, algumas das diferenças substanciais.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td style="width: 241px;"><strong>Calorímetro</strong></td>
<td style="width: 241px;"><strong>Organismo humano</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 241px;">Requer que seja atingida uma temperatura de <br />ignição inicial para que a combustão ocorra </td>
<td style="width: 241px;">Não necessita de nenhuma temperatura de ignição inicial</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 241px;">É uma máquina termodinâmica que extrai do calor a sua capacidade de produzir energia e trabalho.</td>
<td style="width: 241px;">
<p>Não é uma máquina termodinâmica que extrai do calor a sua capacidade de produzir energia e trabalho.</p>
<p>Se gerasse calor para obter trabalho muscular, nervoso, elétrico, pegaria fogo.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 241px;">Utiliza energia térmica para seu funcionamento</td>
<td style="width: 241px;">Utiliza energia química (ATP) para obter trabalho metabólico, atividade elétrica nervosa, batimento cardíaco, contração muscular etc. e utiliza somente os ácidos gordos saturados para manter constante a própria temperatura</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 241px;">
<p>Reações bioquímicas:</p>
<p>Componentes principais:</p>
<p>Oxigênio e carbono à Energia térmica</p>
</td>
<td style="width: 241px;">
<p>Reações bioquímicas:</p>
<p>Componentes principais:</p>
<p>Oxigênio e hidrogênio à água + Energia química</p>
<p>Oxigênio e hidrogênio à água + Calor (temperatura corpórea)</p>
<p>A última reação ocorre na gordura marrom (adipócitos marrons) e mantém a temperatura corporal constante</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 241px;">
<p><span style="background-color: transparent; color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); font-weight: var(--body_typography-font-weight); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);">Qualquer alimento queima e </span><span style="background-color: transparent; color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); font-weight: var(--body_typography-font-weight); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);">fornece calorias</span></p>
</td>
<td style="width: 241px;">Os alimentos não “queimam”, mas são metabolizados e alguns deles não podem fornecer calorias.                  </p>
<p>A fibra alimentar, por exemplo, não é digerida e absorvida pelo intestino, portanto, não pode fornecer nenhuma caloria.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Um prato de massa com salmão (sem creme) pode ter as mesmas calorias que dois copos de cerveja. Portanto, é errado e eu diria impensável acreditar que os dois alimentos podem ter os mesmos efeitos em nosso organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">A massa com salmão, comparado com a cerveja, é mais rica em nutrientes, como carboidratos, proteínas, vitaminas, fibras, ômega-3 etc. e tem um efeito metabólico completamente diferente, apesar de ter o mesmo número de calorias. Portanto, são as moléculas (e não as calorias) que introduzimos através da alimentação diária, ou seja, carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas, minerais e água que são capazes de modificar a secreção hormonal, “conversar” com nosso DNA, trazendo o organismo para o acúmulo ou perda de peso, para a doença ou para a saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada alimento contém um coquetel de nutrientes e reduzi-los a uma contagem estéril de calorias pode ser prejudicial e não educativo e levou ao fracasso, ao longo do tempo, todas as dietas que se baseiam no cálculo das calorias diárias.</p>
<h3 style="text-align: justify; --fontSize:24; line-height: 1.5;" data-fontsize="24" data-lineheight="36px" class="fusion-responsive-typography-calculated"><b>Uma nova visão responsável de dieta</b><br /></h3>
<p style="text-align: justify;">Portanto, é necessário que você veja a dieta através de uma nova visão, mais científica e responsável, que permita passar do cálculo estéril de calorias para a combinação mais complexa e articulada dos vários nutrientes e como “casá-los” entre eles, do peso corporal ao conceito de saúde metabólica.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim sendo, é apropriado que sua dieta, entendida como estilo de vida e alimentação, seja feita com responsabilidade, contando com um profissional do setor que possa ajudá-lo a conhecer cada vez mais seu corpo em sua singularidade, para escolher melhor sua comida. </p>
<p style="text-align: justify;">Se o artigo te interessou, tente colocar em prática os conselhos aqui dados e não hesite em deixar a sua opinião ou dicas nos comentários.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div>The post <a href="https://metodoalonzo.it/porque-as-dietas-baseadas-somente-em-calorias-nao-funcionam/">Porque as dietas baseadas somente em calorias não funcionam?</a> first appeared on <a href="https://metodoalonzo.it">Metodo Alonzo - La medicina del futuro di Mirko Alonzo</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Como escolher a dieta adequada ao seu organismo?</title>
		<link>https://metodoalonzo.it/como-escolher-a-dieta-adequada-ao-seu-organismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Mirko Alonzo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 11:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje ouvimos falar muito de dietas através das redes sociais, dos jornais, no ginásio ou, a nível médico, de vários dietistas ou nutricionistas e percebemos quantas teorias e estudos diferentes existem nesta área e cada dieta é muitas vezes indicada como a melhor em absoluto. Mas porque o mundo se dá tanto trabalho para procurar [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-2 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;margin-bottom: 0px;margin-top: 0px;border-width: 0px 0px 0px 0px;border-color:#eae9e9;border-style:solid;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last" style="margin-top:0px;margin-bottom:0px;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-column-wrapper-legacy" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;padding: 0px 0px 0px 0px;"><div class="fusion-text fusion-text-2"><p style="text-align: justify;">Hoje ouvimos falar muito de dietas através das redes sociais, dos jornais, no ginásio ou, a nível médico, de vários dietistas ou nutricionistas e percebemos quantas teorias e estudos diferentes existem nesta área e cada dieta é muitas vezes indicada como a melhor em absoluto. </p>
<h3 style="text-align: justify; --fontSize:24; line-height: 1.5;" data-fontsize="24" data-lineheight="36px" class="fusion-responsive-typography-calculated"><b>Mas porque o mundo se dá tanto trabalho para procurar novas dietas?</b><br /></h3>
<p style="text-align: justify;">Se pensarmos bem, <b>deveria ser algo simples, transmitido pelos nossos antepassados</b>. Aquela alimentação saudável e genuína do passado, feita de produtos naturais da terra, sem agrotóxicos ou pesticidas, de grãos antigos, de farinha não refinada, sem a utilização de açúcares industriais ou edulcorantes artificiais. Tudo era tão natural que costumavam fazer conservas em casa durante os períodos de abundância de alguns produtos, e depois as comiam quando a terra não dava esses frutos. Havia um equilíbrio maravilhoso proporcionado pela própria natureza, o azeite e o vinho eram feitos naturalmente sem serem alterados pela adição de conservantes ou outros produtos químicos. </p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isto, infelizmente, devido ao progresso já não existe, se não em pequena parte. </p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, <b>a maioria dos alimentos é produzida industrialmente</b>, a terra tem sido forçada pelo homem a fornecer produtos durante todo o ano e, em muitos casos, os períodos típicos de colheita e abundância não existem mais. Como resultado, <b>os antigos sabores são alterados e ajustados quimicamente</b> pelas indústrias que cada dia nos oferecem os seus alimentos, muitos dos quais são tóxicos.</p>
<p style="text-align: justify;">O mercado atual, dedicado ao consumismo extremo e à produção desenfreada, há muito perdeu a sua bússola e o respeito pela terra e pela natureza. A pecuária e o cultivo intensivo não conhecem limites, e também a produção industrial de snacks, óleos vegetais e conservas em geral ultrapassou há muito tempo o limite com a utilização de substâncias químicas como os solventes, corantes e edulcorantes artificiais. </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0); color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); font-weight: var(--body_typography-font-weight); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);">Com este tipo de alimentos, o nosso organismo pode ter muita dificuldade em eliminar todos estes venenos com a consequência imediata de um aumento de radicais livres no corpo, que podem predispor o organismo a doenças. </span></p>
<p>Por conseguinte, é o consumidor que tem de pagar as consequências de tudo isto e não é por acaso que muitas doenças como o cancro, a obesidade, a diabetes, as perturbações do humor, etc., continuam a aumentar.</p>
<p>Não é fácil lidar com um tema tão importante num único artigo, por isso vou tentar, de forma muito sintética, te dar alguns bons conselhos e depois talvez voltar ao assunto com novos artigos.</p>
<h3 style="text-align: justify; --fontSize:24; line-height: 1.5;" data-fontsize="24" data-lineheight="36px" class="fusion-responsive-typography-calculated"><b>Dietas comuns</b><br /></h3>
<p>Comecemos por fazer uma lista das dietas mais famosas de que se ouve falar com frequência.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dieta Mediterrânea;</li>
<li>Dieta Vegana;</li>
<li>Dieta Vegetariana;</li>
<li>Dieta Crudista;</li>
<li>Dieta do grupo sanguíneo;</li>
<li>Dieta Scarsdale;</li>
<li>Dieta de Atkins;</li>
<li>Dieta Dissociada;</li>
<li>Dieta da Zona;</li>
<li>Dieta de Dukan;</li>
<li>Dieta Alcalina etc.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A discussão sistemática dos princípios em que essas dietas se baseiam está além deste artigo. </p>
<p style="text-align: justify;">O que me chamou particularmente a atenção, ao navegar em vários sites, é que em muitos deles existem várias alegações sobre cada um dos tipos de dietas acima mencionados. Infelizmente, está cada vez mais na moda, na Internet, improvisarem-se especialistas em medicina e nutrição, muitas vezes sem ter qualquer ideia do que está a ser contestado e propagado. As dietas são frequentemente propagadas como se fossem marcas de roupa e, portanto, sujeitas à moda. Não há dúvida de que qualquer Dieta, levada ao extremo excesso, pode ser prejudicial para a saúde. Tal como uma dieta vegana extrema, desequilibrada do ponto de vista das proteínas, pode comprometer o organismo, da mesma forma, uma dieta constituída apenas por alimentos alcalinos também pode ser prejudicial. O excesso oposto, porém, reside na dieta do mundo ocidental, que é predominantemente ácida, pobre em enzimas e rica em alimentos refinados e oxidantes. </p>
<h3 style="text-align: justify; --fontSize:24; line-height: 1.5;" data-fontsize="24" data-lineheight="36px" class="fusion-responsive-typography-calculated"><b>Qual dieta escolher?</b><br /></h3>
<p style="text-align: justify;"><i>O termo dieta, deriva do grego δίαιτα, dìaita, «modo de vida».</i></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, porém, <b>o termo dieta está cada vez mais associado à ideia de emagrecimento</b>, sendo frequentemente seguida de forma inadequada apenas durante um curto período de tempo, com o objetivo irritante de controlar o peso em vez de controlar a própria saúde. Nesta visão restritiva, os alimentos são vistos como: “Me faz engordar ou me faz emagrecer?” e muitas vezes não são conhecidos nas suas propriedades.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, <b>mais que uma dieta no sentido restritivo</b>, queremos, sobretudo, <b>concentrar a atenção em um modo correto de alimentar-se.</b></p>
<p style="text-align: justify;">Agora, já é bem conhecido, pelas estatísticas, que <b>dietas muito drásticas</b>, que implicam a privação de um grande número de alimentos, <b>podem levar o paciente a seguir essa dieta específica durante um período de tempo e, depois, a recuperar totalmente, se não em maior quantidade, os kg perdidos (no caso de uma dieta de emagrecimento) ou os seus maus hábitos alimentares tradicionais. </b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>O nosso objetivo é, então, aprender um novo estilo de vida alimentar saudável de modo que se torne um hábito diário</b>, escolhendo determinados alimentos em vez de outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0); color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); font-weight: var(--body_typography-font-weight); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);">O principal conceito a ser retido, quando se fala de alimentação, é o que diz o Dr. Hiromi Shinya, o pioneiro da colonoscopia e médico de renome mundial: </span><span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0); color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);"><b>“Nós somos o que comemos”. </b></span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Existem regras simples a seguir para melhorar notavelmente o estado de saúde, para controlar a fome e o peso, para diminuir a quantidade de radicais livres e inflamações, para se sentir mais cheio de energia e para prevenir distúrbios irritantes e doenças. </b></p>
<h3 style="text-align: justify; --fontSize:24; line-height: 1.5;" data-fontsize="24" data-lineheight="36px" class="fusion-responsive-typography-calculated"><b>Alimentos a reduzir</b><br /></h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><b>Excesso de proteínas de origem animal</b>, entre as quais principalmente a carne vermelha, carne avícola, os salames, os ovos, os queijos etc.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><b>Excesso de açúcares refinados industriais</b> e os cereais refinados preparados com farinhas refinadas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O açúcar, em todas as suas formas, é um produto ácido residual produzido pelo metabolismo das células e cria um ambiente apropriado para a formação de bactérias, leveduras e bolores no organismo. Na realidade, todos os açúcares, incluindo os carboidratos refinados, são ácidos e capazes de produzir álcool e uma toxina cancerígena chamada acetaldeído no organismo. </p>
<p style="text-align: justify;"><b>O organismo não precisa de açúcar, mas principalmente de energia</b> para ter um melhor rendimento, ou seja, de elétrons derivados de alimentos e bebidas antioxidantes (o mais importante dos quais é a água “viva” de nascentes não contaminadas). Sabe-se agora na literatura científica que uma dieta elevada em alimentos industrialmente refinados pode ocasionar doenças cardiovasculares, diabetes, etc. </p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><b>Excesso de alimentos com elevado teor de gorduras saturadas</b>, produtos enlatados cheios de conservantes (margarina, banha, manteiga, etc.); </li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><b>Bebidas industriais ácidas e gaseificadas</b> ricas em colorantes artificiais;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><b>consumo de águas “mortas” não saudáveis e com um elevado potencial oxidante (ORP positivo)</b>, no lugar de uma “água viva” e antioxidante. Deve ser dada especial atenção ao tema da água, uma vez que é o principal constituinte do nosso organismo (cerca de 75%) e é o regulador biológico da vida celular. Pode-se viver mais de um mês sem comida, mas sem água em poucos dias o organismo entraria em estado de choque e pereceria. </li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O consumo excessivo de proteínas animais, gorduras saturadas e açúcares refinados, não só aumenta o risco de muitas doenças cardiovasculares, tumores, diabetes, obesidade, etc., como leva o organismo a acumular cada vez mais radicais livres e resíduos metabólicos tóxicos e ácidos que perturbam o equilíbrio ácido base. Desta forma, acidificam o organismo e entopem o tecido conjuntivo que será cada vez mais em dificuldade de desempenhar as suas tarefas fundamentais de controle, defesa e eliminação de resíduos, favorecendo assim a perpetuação da tríade acidose-inflamações-estresse oxidativo, com todas as consequências já em parte vistas. </p>
<h3 style="text-align: justify; --fontSize:24; line-height: 1.5;" data-fontsize="24" data-lineheight="36px" class="fusion-responsive-typography-calculated"><b>Alimentos a serem escolhidos para sua dieta</b><br /></h3>
<p style="text-align: justify;">O Dr. Shinya descobriu, comparando numerosos dados clínicos, que <b>as enzimas</b> são um <b>elemento fundamental</b> para a conservação de um bom estado de saúde. Elas são fundamentais para a vida, são proteínas que têm a função de acelerar reações que ocorrem continuamente no interior do corpo humano. </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0); color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); font-weight: var(--body_typography-font-weight); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);">Existe cerca de 5.000 enzimas, a maioria das quais são endógenas, portanto, produzidas no interno do nosso organismo e o resto é introduzido com os vários alimentos. Bem, foi salientado pelo pesquisador mundialmente conhecido que </span><span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0); color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);"><b>as pessoas que desfrutam de uma boa função gastrointestinal comem muitos alimentos frescos, à base de frutas e legumes sazonais, que contêm muitas enzimas. </b></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“A quantidade de enzimas é a chave da saúde” (Doutor Hiromi Shinya).</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Ainda destaca o próprio Shinya como, ao continuar a comer alimentos oxidados, o corpo também se tornará mais oxidado, enquanto os alimentos mais saudáveis são alimentos frescos porque contêm muitas enzimas e não são oxidados.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um excesso de alimentos oxidados é ingerido, estes, dentro do nosso organismo, provocam a formação de radicais livres, com os consequentes danos ao nível do DNA, podendo promover processos cancerígenos e outras patologias.</p>
<p style="text-align: justify;">É, portanto, necessário prestar muita atenção à alimentação, incentivando, especificamente, <b>a ingestão de alimentos antioxidantes</b> que possam neutralizar os agentes oxidantes. No entanto, após os 40 anos de idade, verifica-se uma diminuição da quantidade destas enzimas e, desta forma, o aparecimento de patologias tumorais e de outras doenças, pode ser encorajado. </p>
<p style="text-align: justify;">Após os 40 anos de idade, o déficit destas enzimas antioxidantes pode ser compensado pelas “enzimas nascentes”, tal como o próprio Dr. Shinya as define. No entanto, se elas forem insuficientes, num curto espaço de tempo, sofreria com os danos causados por estes agentes oxidantes e, o que conduziria as doenças.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0); color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); font-weight: var(--body_typography-font-weight); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);">Comendo alimentos não oxidados e ricos em enzimas, por um lado, terá uma menor concentração de radicais livres, por outro, uma maior concentração de enzimas nascentes, portanto, mecanismos mais defensivos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Para ter saúde e energia, o organismo necessita de ter à disposição reservas enzimáticas e antioxidantes suficientes e de ser mantido num estado alcalino.</b></p>
<p>Muitos pesquisadores e estudiosos dizem que, para manter um pH equilibrado no sangue e nos tecidos e uma reserva sempre pronta de antioxidantes, a dieta deve consistir, <b>em 70-80% de alimentos alcalinos e antioxidantes de origem vegetal (preferindo, em grande parte, alimentos crus, para evitar desnaturalizá-los de enzimas preciosas) e, não mais de 20-30%, de alimentos acidificantes e oxidantes de origem animal</b>. Nestes 20-30 %, é preferível o peixe azul no lugar da carne, uma vez que é menos gorduroso e mais rico em ômega 3, o que ajuda a reduzir o nível de gordura no sangue. Para aqueles que seguem uma alimentação estritamente vegana, é aconselhável equilibrar corretamente a ingestão de proteínas com alimentos vegetais ricos em proteínas. </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0); color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); font-weight: var(--body_typography-font-weight); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);">Para manter nosso organismo num estado mais alcalino e desintoxicado, pode ser útil respeitar o antigo e sábio ditado popular: </span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“No café da manhã coma igual a um rei, no almoço como um príncipe, no jantar como um miserável”.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, todos os nutrientes necessários durante o dia, estarão disponíveis e haverá menos resíduos ácidos para eliminar durante a noite, que é quando o organismo descansa e principalmente purifica os tecidos.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><b>Os alimentos frescos provenientes da agricultura biológica</b> controlada têm cerca de 300 vezes mais valor nutricional do que os alimentos convencionais. </li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><b>Os alimentos crus são ricos em enzimas</b> e podem liberar energia, uma vez que estão muito mais carregados com elétrons do que os alimentos cozidos. Na realidade, o cozimento pode alterar as propriedades de preciosas enzimas e substâncias antioxidantes, tornando os alimentos ingeridos menos eficazes. </li>
</ul>
<p>Para o início de uma assimilação correta dos alimentos, é necessário dar <b>atenção particular ao processo de mastigação</b> de acordo com o sábio lema latino “primeira digestão em horas”, ou seja, a primeira digestão tem lugar na boca.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0); color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); font-weight: var(--body_typography-font-weight); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);">Por conseguinte, é necessário </span><span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0); color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);"><b>preferir alimentos frescos, ricos em enzimas e antioxidantes</b></span><span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0); color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); font-weight: var(--body_typography-font-weight); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);">, como sementes preciosas, legumes e frutas frescas da época, e utilizar os cereais integrais, como farro, painço, trigo sarraceno, quinoa, etc., em vez de alimentos refinados. </span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><b>como gorduras, prefira as gorduras vegetais insaturadas</b>, como o azeite extra virgem, o óleo de linhaça, etc., em vez das gorduras animais saturadas. </li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><b>utilização de leguminosas</b>, tais como lentilhas, feijões, etc.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><b>algumas raízes, como a curcuma,</b> também podem ser excelentes antioxidantes.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><b style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0); color: var(--body_typography-color); font-family: var(--body_typography-font-family); font-size: var(--body_typography-font-size); font-style: var(--body_typography-font-style,normal); letter-spacing: var(--body_typography-letter-spacing);">O todo acompanhado de muita água com fortes qualidades antioxidantes.</b></p>
<p>Se o artigo te interessou, tente colocar em prática os conselhos aqui dados e não hesite em deixar a sua opinião ou dicas nos comentários.</p></p>
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